Jogo do Compasso é uma web-série de terror desenvolvida pelo blogueiro, editor, repórter e escritor Matheus(lol!). Será postadas todos os dias, sempre que possível. Vai começar a história!
CAPÍTULO I
A CASA ABANDONADA
Júlio, Isabela, Carlos, Ágata e Marina são amigos de infância. Os cincos estudam na mesma escola, Duarte Nogueira, em São Paulo. Não se desgrudam e sempre tiveram uma ótima relação, com risos, confidências, presentes, festinhas. Todos eles tem treze anos, estão na mesma série, em diferentes salas.
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Júlio é o mais medroso do grupo, e o mais tímido, também. Tem dificuldade para participar das coisas, temendo muito consequencias. É do tipo que pensa muito para tudo. Por isso, ele é muito zoado, mas não se irrita muito com as brincadeiras.
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Isabela, diferentemente de Carlos, é uma das mais corajosas do grupos. Encara qualquer uma, topa tudo. Além disso, serve de estímulo para Júlio, que tenta seguir os passos de Isabela, sem grandes efeitos.
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Carlos é a grande cabeça do grupo. Cheio de ideias, ele nao consegue viver sem montar planos. Está sempre com um lápis e papel na mão. Fera em Matemática, é o mais inteligente da turma. Além disso é muito habilidoso.
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Ágata é uma das mais ágeis da turma. Ela corre rapidamente e consegue passar bem entre muitos desafio que o mundo lhe oferece. Ama filmes de ação, aventura e se inspira nos personagens assim para construir seu jeito de ser.
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Marina é a que mais se preocupa com o grupo. Além disso, não costuma brincar tanto como os outros. Porém, diferentemente de Júlio, ela tem muita coragem em fazer as coisas.
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Com todas essas características, a turma, unida, consegue enfrentar muitos obstáculos. E, dessa vez, terá que vencer o jogo do compasso, uma simples brincadeira, para eles, que pode acabar na morte de todos.
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Em um certo dia, no recreio da escola, Isabela comentou com os amigos sobre o jogo do compasso:
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Isa: Vocês já ouviram falar do jogo do compasso?
Carlos: Aquele jogo em que pega um compasso, um espírito vem e te responde diversas perguntas?
Isabela: Sim, esse...
Júlio: Que história é essa de espíritos?
Marina: Calma, Julito! É só uma lenda. Eles querem jogar um jogo que mexem com espíritos, mas não é nada disso! Pura mentira esse negócio de espíritos.
Ágata: Não, Marina. Tô com a Isa! O jogo é com espíritos, tanto que ele responde tudo.
Isabela: Exatamente, Ágata. Todo mundo diz isso... Podíamos brincar, quem sabe descobríamos se...
Júlio, interrompe: Não Isabela! E se forem espíritos do mal? Eu não quero brincar disso, e vocês também não devem.
Carlos: Sem essa, Júlio! Eu tô dentro, tô com a Isa. E você, Ágata?
Ágata, pensativa: Sim, eu aceito!
Marina: Antes que me perguntem, também vou entrar só para mostrar que isso é uma grande bobagem da mente de vocês.
Júlio: Não eu não entro, não vou mexer com isso por nada nesse mundo.
Isabela: Júlio, para com isso, seu medroso.
Júlio: Me respeite, Isabela, vocês estão mexendo com o desconhecido.
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Bateu o sinal do recreio, todos foram formar, enquanto Júlio se afastou do grupo. No bolso de Isabela brilhava um compasso, enquanto Júlio ficava pensativo. Ainda na fila, o grupo conversava sobre aquilo tudo.
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Algumas horas depois, no fim da aula, Isabela, Marina, Ágata e Carlos conversavam. Júlio observava de longe.
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Isabela: Podíamos marcar para fazer o jogo ainda hoje!
Marina: Ainda vão marcar? Eu faria isso aqui e agora, para vocês verem a perda de tempo de vocês!
Ágata: Bom, seria legal fazer a noite.
Carlos: Sim, mas onde?
Isabela: Gente, vocês nunca foram na minha casa, não é?
Todos: Não.
Isabela: Pois então lá perto tem uma casarão abandonado. Ninguém ousa a chegar nem ao jardim a tempos. Eu já cheguei até a porta da casa, mas não tive vontade de entrar. Pois então, poderíamos fazer lá.
Ágata: Um casarão abandonado? Cenário perfeito!
Marina: Começou a palhaçada!
Carlos: Eu topo. Que horas? Manda o endereço.
Isabela: Podem aparecer lá ás 21h. Vou mandar o endereço a todos.
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Júlio aparece, quando Isabela vai escrever num papel seu endereço.
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Júlio: Meu Deus, não joguem isso. O jogo nunca tem fim, mesmo vocês saindo desse jogo o espírito estará do seu lado. E ainda vão brincar em casa? O espírito vai ficar lá! Se querem brincar, brinquem em lugar aberto. Esse jogo não é bom!
Isabela: Pare Júlio! Entre logo nisso e deixe de ser medroso.
Júlio: Não sei.
Isabela: Júlio, somos cinco!
Júlio: Tenho medo de me arriscar.
Isabela escreve seu endereço e entrega a Júlio.
Isabela: Tome. Pense se você vai ou não.
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Isabela faz o mesmo com todos os outros, ainda com um compasso em seu bolso.
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